Armazenamento “Eterno”?


     Já imaginou ter uma unidade de armazenamento eterna, que jamais ficasse ruim, que você jamais precisasse trocar? Então, os cientistas da Universidade de Kobe, no Japão, estão desenvolvendo uma tecnologia capaz disso. O objetivo da tecnologia é ultrapassar períodos extremamente longos, superando a casa das centenas e milhares de anos de vida útil.

     Hoje tanto os discos rígidos, quanto os SSDs, tem vida útil de 5 a 7 anos, é lógico que na maioria dos casos, esse tempo geralmente é prolongado, e o armazenamento é apenas reduzido, porém o que estamos falando aqui é algo praticamente infinito, é um espaço de armazenamento, pra você, seu filho, seu neto, e seu bisneto, e muito além.

     Para quebrar esse “tabu” os japoneses trabalham em algo novo, que foi batizado e nanodots de metal, e funciona basicamente assim: As informações ficaram “impressas” na linguagem binária, no silício e pode ser lida por sensores capazes de identificar a informação. Para determinar que essa tecnologia pode durar mais de mil anos, foram realizados vários testes em laboratório, usando câmaras térmicas e de pressão.

     O segredo dessa tecnologia é o uso do silício e processos de manufatura que fazem parte da microeletrônica há décadas, abrindo espaço para adaptação comercial da pesquisa de forma mais ágil. Aparentemente será o há de mais seguro em armazenamento caseiro, pois além do tempo de durabilidade, se crê em mais resistência dessa tecnologia, ainda não se fala em valores, até porque está tudo em fase de pesquisa e desenvolvimento ainda, mas já se sabe que isso é possível.


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