Intel Quer Criar Processador Que Mistura Arquiteturas


     A Intel quer criar uma solução para o aumento da eficiência em futuras gerações de processadores, a Intel pode criar novas CPUs usando chips de arquiteturas diferentes em um mesmo produto. E isso só seria possível graças ao EMIB, tecnologia que permite a conexão entre múltiplos chips dentro de uma única CPU.

     Assim, um processador criado com essa tecnologia poderia ter núcleos de 10 nm para a melhor performance possível, enquanto usaria outros componentes menos cruciais criados com processos de manufatura de 14 ou 22 nm, por exemplo. O objetivo dessa mudança é aumentar a eficiência, reduzir os custos de desenvolvimento e fabricação e aumentar a otimização dos processadores.

     Mas qual será o real motivo disso, o porque isso seria importante para a performance do chip? A questão e ponto chave, dessa resposta, é a otimização. Hoje, processadores são fabricados num único processo, que também chamamos de arquitetura. Em linhas gerais, isso significa que os núcleos de um Core i7 são feitos com o mesmo processo de fabricação do que seus controladores e outros componentes menos importantes. O objetivo da Intel é aplicar o EMIB para que um processador possa ser fabricado de forma mais modular. Enquanto seus núcleos podem continuar usando a arquitetura de ponta mais recente para ter a melhor performance possível, elementos menos importantes do ponto de vista do processamento, como controladores de energia, podem ser feitos com processos de manufatura menos refinados, resultando em diminuição dos custos de fabricação e desenvolvimento.

      Claro que se a Intel conseguir fazer isso, teremos mais um grande avanço, já que a criação de um chip “modulor”, seria incrível e possibilidades de aumento de performance, absurdas. Realmente seria algo muito útil para melhorar a qualidade na performance dos processadores, mas claro, tomara que funciona na prática.

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